quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Quer Saber?!

Infelicidade existe, sim, mas só pra quem quer!
Ah, o coitadinho tem motivos para ser infeliz, triste e desanimado?
Ô dó!
EU TAMBÉM, e não sou!
É só lembrar do Joseph Climber, pôxa!
Os indivíduos ainda vêm me dizer que minha felicidade é falsa, que sou hipócrita.
Dá pra acreditar?
Tenho minhas dificuldades, admito, mas ninguém tira minha felicidade, NINGUÉM!
Sou feliz SIM!
Se você não é, não ache que todos têm a obrigação de serem iguais a você!
Se não entende porque há pessoas felizes, eu não entendo como há infelizes!
É lógico que tem aqueles dias em que você sente vontade de matar alguém, sumir da situação, chorar, espernear, etc, etc... Afinal, se o sofrimento não existisse, não saberíamos o que é alegria!
Mas ter problemas é uma coisa, SER um problema é outra.
Quer uma dica?
Não?!
Pois então que isso seja um aviso...
Deixa de implicar com quem é feliz, larga de ser do contra, cresce, amadurece e quem sabe um dia você consegue dar "aquele" sorriso num dia horrível e dizer: "vai passar, afinal de contas, minha felicidade vem de dentro e não de fora!"

A felicidade é mais simples do que se imagina...

"Entre as lágrimas e um sorriso, há apenas o nariz"
_ Millôr Fernandes

domingo, 18 de novembro de 2007

Custa?!

Custa ser legal com quem se importa com você?
Custa perdoar alguém mesmo sem a pessoa merecer?
Custa dizer o que se sente em vez de se esconder?
Custa tentar enxergar além do que se vê?

Custa muito amar sem querer nada em troca?
Custa ser você mesmo, em vez de ser um idiota?
Custa perceber o erro e dar meia volta?
Custa gostar a ponto de dizer que gosta?

Custa dizer a verdade quando ela precisa ser dita?
Custa confiar naquele que em você acredita?
Custa reconhecer quem a você se dedica?

Custa perceber que a vida é muito mais que uma desilusão?
Custa ver naquele que errou, um irmão?
Custa dizer "sim" em vez de "não"?

sábado, 10 de novembro de 2007

Das Lágrimas e do Perdão

Vi-o olhando pra mim, dizendo coisas que nunca esperava ouvir.
Dos olhos que achei serem cegos, vi lágrimas,
Lágrimas de sacrifício,
Sacrifício vindo de um coração que achei ser de pedra,
Coração em que arde o medo da solidão,
Coração que escolheu fazer o que acha certo, que escolheu cuidar.
Sentiu, amou, preocupou-se.
Nunca achei que pudesse.
Minha face enrubreceu e meu coração finalmente entendeu aquele.
Afeto que nunca senti igual, que simplesmente não esperava.
Me senti agradecida, e também senti um ponto final.
Que delicadamente pousou no conto de fadas que havia acabado mal.
Senti o ressentimento indo embora,
Já era hora!
De esquecer e perdoar. Finalmente perdoar.
A mim também.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Quando desmorona

Fico dando voltas em meus pensamentos e esqueço de conversar com Você
Esqueço que só Você sabe o que realmente pode acontecer
E fico estupidamente desesperada, "o que vou fazer?"
Fico insistindo em minha lucidez, minha razão
E acabo ficando presa na ilusão
De que posso me resolver

Quando tudo começa a desmoronar, vejo um gigante na minha frente
Esqueço que sem Você sou completamente impotente
No meio do pânico, faço uma oração mesmo que inconsciente
E começo a sentir de volta a esperança
Volto a ser como criança
Totalmente depentente

Depois do susto, volto a conversar com Você arrependida
Que com seu amor me deixa constrangida
E com sua fidelidade, sempre dá um jeito na minha vida
Me perdoa quando não mereço
Pois para Tí, toda manhã é um recomeço
E todos os dias para mim, sua misericórdia é concedida

Tendo a Tí, meu amado, não preciso de mais nenhum amigo
Não preciso temer até a morte, pois Tú estás comigo
Me ajuda todos os dias a vencer meu Inimigo
Não falhas quando à Tí eu clamo
E me faltam palavras pra dizer como eu te amo
Tú és tudo pra mim, meu ar, meu Abrigo

sábado, 27 de outubro de 2007

Invento

Sento
Me sinto
Por um momento
Livre e
Invento

Acordes sozinhos
Notas vazias
Letras sem sentido
Sons desconhecidos

Sento
Me vejo
Por dentro
Sozinha e
Invento

Um poema sem versos
Um abraço sem braços
Um amor sem sentimento
Um beijo sem lábios

Minha música sem nexo
Sento e
Invento
Minha poesia sem verso

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Provérbios Três


Depois de ler Tiago e ficar pensando “Caramba, ainda tenho coisa demais pra melhorar...”, resolvi dar um pulinho em Provérbios e achei esse texto (que já li mais de não sei quantas vezes, mas todo dia me diz algo diferente), leia você também e veja se Deus não é bom demais...
O capítulo todo é bom, mas é gigante, então eu vou pôr só um pedacinho...

“Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento.
Reconhece-o em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas.
Não sejais sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal; será isso saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos.”
Versos 5 a 8

Eu tenho experimentado e é verdade!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Infeliz


Sozinho. Homem. Infeliz.
Passa pelos outros sem dizer oi.
Passa pela vida sendo apenas um expectador.
Em tudo busca felicidade, embora ache que nunca a perdeu.
Senta-se e sente o cheiro forte, sente-se melhor por se afastar momentaneamente da dor. Quer chorar, não consegue.
Quer alegrar-se. Mente.
Infeliz.
Sorri amarelado, satisfeito enganosamente com sua inteligência ignorante.
Verdade?
Para ele, não existe.
Não hesita em mostrar sua força, embora ela não seja real.
Procura desesperadamente alguém que possa satisfazer sua carência, sua falta de amor. Algo que tem um significado estranho e deturpado dentro dele.
Infeliz.
Ás vezes sente o cheiro da morte, cheiro doce de festa, cheiro amargo da rua.
Ela o espera pacientemente, embora tão de perto.
Ele que diz não conhecer seu Salvador, por mais que este tenha sido apresentado á ele.
Diz que Ele não existe, que é fruto da imaginação burra e fanática.
Infeliz. Mente que não O conhece.
Infeliz.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Malditos Sapatos Bonitos!


Sapatos desconfortáveis 1000000....; Mulheres 0!
Nós não aprendemos mesmo!
ARGH!!!!
Imagine só: Você está caminhando alegremente num lindo dia de sol e... a porcaria da sandália que você está usando está A-C-A-B-A-N-D-O com seu pé!
Enquanto você vai andando, vai sentindo a queimação na sola do pé... a bolha nascendo... aquela vontade louca de tirar o sapato e sair andando descalça. É o que eu faço na maioria das vezes, nessas horas eu definitivamente não tenho finesse.
"Apartir de agora, só vou comprar sapatos confortáveis, não passo por isso nunca mais!" Você pensa, decidida, mas é so ver aquela sandália maravilhosa no shopping que você esquece do juramento que fez a sí mesma. Porque será que nós mulheres nunca abrimos mão da beleza pelo conforto?
Entramos numa sapataria, querendo experimentar aquela belezinha que vimos na vitrine. A moça traz o sapato. Calçamos. "Aperta um pouquinho no calcanhar... um pouquinho no dedinho e a tirinha da frente machuca o dedão..." (isso antes de começar a andar) "Agora andando, ele começou a apertar no peito do pé também... e nos lados..." (traduzindo: Não sobrou nem um pedacinho do seu pezinho que não esteja doendo) "Nãããããooo, querida!" (a chata da atendente te fala) "Esse couro sintético cede muuuito, daqui uma semaninha você nem vai sentir que está calçando a sandália!!!" (ela tem que justificar o absurdo que custa o sapato, por isso inventa essa desculpa).
Você sabe que é mentira, mas se deixa enganar e diz a sí mesma "ái mas ele é tão lindo!!!"
E continua na pendenga... calos permanentes, bolhas e muita, muita dor!
É como dizem: Se não machuca, não é lindo!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Sonho


Lá estava ele, entre um acorde e outro. Cada nota que eu cantava. Cada vez que ele aparecia.
Lá estava ele, encantado, talvez príncipe, talvez sapo. Ele que de um jeito ou de outro é meio tosco e meio educado.
Enquanto eu cantava, ele aparecia, quando terminava, ia embora. E eu sempre me perguntando “cadê ele”; “e agora?”.
Se ele pudesse abraçar, me confortaria. Se pudesse andar, passearíamos juntos. Se pudesse falar, me diria coisas bonitas. Se pudesse sentir me amaria.
Mas sonho não tem coração, não tem boca e nem põe o pé no chão.
O sonho invade a gente, mesmo que sem permissão, enquanto a gente toca o violão.
E o que é irreal a gente chega quase a sentir. Sentir o abraço, o beijinho na bochecha, o friozinho no estômago...
Até raiva sinto do sonho, raiva por brigas imaginárias, ou pelo simples fato de ele não se de verdade, raiva de ele ir embora.
Então começo a cantar, e lá está ele de novo, cada nota, cada vez.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Era uma vez...


Eu sei que tá em inglês e tudo... era uma coisa velha que tava no meio dos meus arquivos e eu até que gosto dessa historinha :]


Once upon a time, there was a little girl.
She dreamed about a kind, respectful and gentle prince.
She found someone who she thought could turn in to a prince, he was smart and told her that they could try.
But he was actually a cold, lier and desrespectful ogre.
The little girl got hurt. She loved him. He didn’t love her.
She cried for days. She believed him. He decieved her.
For several times she tryed to leave him, but she loved him and cared bout him too much to do that.
She felt lost.
How could she see a prince in an ogre?
She prayed: “Show me who he really is, cause I think I’m blind”
She saw him.
She decided, finally, what to do.
He was not good for her. She was diyng inside.
She left him.
She grew up.
Now she is not a little girl anymore, she's a woman, a princess.
She still dreams about a prince, she doensn’t know how he looks like, but now she knows how to recognize an ogre.
Bout the ogre?
He's alone, he lost her forever.
And while the princess lives happy, he’s gonna live alone ever after.

(des)complicado

Queria que fosse mais simples, mais claro.
Faça-me entender. Transforme as entrelinhas em outdoors, transforme o “talvez” no “sim”, um “não sei” num “não”, um “tanto faz” num “eu quero!", eu "eu não sei o que sinto" num "Eu te amo."
Queria que fosse mais fácil. Que tudo que eu falasse, eu fosse, que tudo que eu quisesse eu fizesse, que tudo que eu decidisse acontecesse.
Queria que você estivesse aqui, fazendo do ruim, passageiro e do chato, suportável. Mas além de estar longe, você é tão complicado. Tem medo de mim, de dar errado.
Cansei de complicar.
Pra mim agora “não” é não e “sim” é sim! Sem mentira e sem enrolação, “sim” é sim e “não” é não!