segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Malditos Sapatos Bonitos!


Sapatos desconfortáveis 1000000....; Mulheres 0!
Nós não aprendemos mesmo!
ARGH!!!!
Imagine só: Você está caminhando alegremente num lindo dia de sol e... a porcaria da sandália que você está usando está A-C-A-B-A-N-D-O com seu pé!
Enquanto você vai andando, vai sentindo a queimação na sola do pé... a bolha nascendo... aquela vontade louca de tirar o sapato e sair andando descalça. É o que eu faço na maioria das vezes, nessas horas eu definitivamente não tenho finesse.
"Apartir de agora, só vou comprar sapatos confortáveis, não passo por isso nunca mais!" Você pensa, decidida, mas é so ver aquela sandália maravilhosa no shopping que você esquece do juramento que fez a sí mesma. Porque será que nós mulheres nunca abrimos mão da beleza pelo conforto?
Entramos numa sapataria, querendo experimentar aquela belezinha que vimos na vitrine. A moça traz o sapato. Calçamos. "Aperta um pouquinho no calcanhar... um pouquinho no dedinho e a tirinha da frente machuca o dedão..." (isso antes de começar a andar) "Agora andando, ele começou a apertar no peito do pé também... e nos lados..." (traduzindo: Não sobrou nem um pedacinho do seu pezinho que não esteja doendo) "Nãããããooo, querida!" (a chata da atendente te fala) "Esse couro sintético cede muuuito, daqui uma semaninha você nem vai sentir que está calçando a sandália!!!" (ela tem que justificar o absurdo que custa o sapato, por isso inventa essa desculpa).
Você sabe que é mentira, mas se deixa enganar e diz a sí mesma "ái mas ele é tão lindo!!!"
E continua na pendenga... calos permanentes, bolhas e muita, muita dor!
É como dizem: Se não machuca, não é lindo!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Sonho


Lá estava ele, entre um acorde e outro. Cada nota que eu cantava. Cada vez que ele aparecia.
Lá estava ele, encantado, talvez príncipe, talvez sapo. Ele que de um jeito ou de outro é meio tosco e meio educado.
Enquanto eu cantava, ele aparecia, quando terminava, ia embora. E eu sempre me perguntando “cadê ele”; “e agora?”.
Se ele pudesse abraçar, me confortaria. Se pudesse andar, passearíamos juntos. Se pudesse falar, me diria coisas bonitas. Se pudesse sentir me amaria.
Mas sonho não tem coração, não tem boca e nem põe o pé no chão.
O sonho invade a gente, mesmo que sem permissão, enquanto a gente toca o violão.
E o que é irreal a gente chega quase a sentir. Sentir o abraço, o beijinho na bochecha, o friozinho no estômago...
Até raiva sinto do sonho, raiva por brigas imaginárias, ou pelo simples fato de ele não se de verdade, raiva de ele ir embora.
Então começo a cantar, e lá está ele de novo, cada nota, cada vez.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Era uma vez...


Eu sei que tá em inglês e tudo... era uma coisa velha que tava no meio dos meus arquivos e eu até que gosto dessa historinha :]


Once upon a time, there was a little girl.
She dreamed about a kind, respectful and gentle prince.
She found someone who she thought could turn in to a prince, he was smart and told her that they could try.
But he was actually a cold, lier and desrespectful ogre.
The little girl got hurt. She loved him. He didn’t love her.
She cried for days. She believed him. He decieved her.
For several times she tryed to leave him, but she loved him and cared bout him too much to do that.
She felt lost.
How could she see a prince in an ogre?
She prayed: “Show me who he really is, cause I think I’m blind”
She saw him.
She decided, finally, what to do.
He was not good for her. She was diyng inside.
She left him.
She grew up.
Now she is not a little girl anymore, she's a woman, a princess.
She still dreams about a prince, she doensn’t know how he looks like, but now she knows how to recognize an ogre.
Bout the ogre?
He's alone, he lost her forever.
And while the princess lives happy, he’s gonna live alone ever after.

(des)complicado

Queria que fosse mais simples, mais claro.
Faça-me entender. Transforme as entrelinhas em outdoors, transforme o “talvez” no “sim”, um “não sei” num “não”, um “tanto faz” num “eu quero!", eu "eu não sei o que sinto" num "Eu te amo."
Queria que fosse mais fácil. Que tudo que eu falasse, eu fosse, que tudo que eu quisesse eu fizesse, que tudo que eu decidisse acontecesse.
Queria que você estivesse aqui, fazendo do ruim, passageiro e do chato, suportável. Mas além de estar longe, você é tão complicado. Tem medo de mim, de dar errado.
Cansei de complicar.
Pra mim agora “não” é não e “sim” é sim! Sem mentira e sem enrolação, “sim” é sim e “não” é não!